Feriado – 20 de novembro

eSocial: 6 situações críticas que geram multas pesadas

Penalidades são aplicadas quando ocorre envio de informações tardio ou em desacordo com os órgãos envolvidos. Saiba como evitar as multas e prejudicar o orçamento da empresa.

Com a definição, por parte do governo, do início da transmissão dos dados do eSocial para 8 de janeiro, as empresas começam a se deparar com necessidade urgente de revisar vários processos envolvidos na geração das informações necessárias para o envio dos eventos. Com a fiscalização mais rigorosa e a mudança de práticas, um dos grandes desafios é em relação ao prazo do envio dos eventos e, quem não cumprir, sofrerá penalidades.

As primeiras obrigações (evento S1000 e as tabelas) deverão ser enviadas pelas empresas nos dois primeiros meses e entregues até o dia 28 de fevereiro. O segundo grupo de eventos, voltados aos eventos trabalhistas, poderão ser enviados nos meses de março e abril. A entrada do SST (Saúde e Segurança do Trabalhado) ainda não foi definida. O Comitê Gestor do eSocial publicará nos próximos dias uma Nota Técnica para explicar detalhadamente o modelo de implantação e o cronograma específico das entradas das obrigações.

É importante registrar que não existe uma multa específica pelo ‘não envio’ do eSocial – elas referem-se às informações enviadas de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos.

Para ajudar as empresas, a Senior preparou uma lista com as situações mais críticas, passíveis de erros por parte das empresas, que poderão sofrer com multas altas, caso não cumpram plenamente essas situações.

Confira:

1. Não informar a admissão do funcionário: com o eSocial, o envio das informações relacionadas a admissão de novos colaboradores deverá ocorrer um dia antes do início das atividades laborais desse colaborador. Atualmente, a multa varia de R$ 402,53 a 805,06 por funcionário, e pode dobrar em caso de reincidência. Com o início da validade da Reforma Trabalhista, esses valores serão alterados para R$ 3.000,00 para grandes empresas e R$ 800,00 pra microempresas – dobrando em caso de reincidência e sendo corrigidos pelo IPCA.

2. Não informar alterações contratuais ou cadastrais: uma vez que cabe ao empregador a responsabilidade de manter os dados atualizados, a multa por falta de saneamento dos dados dos funcionários varia de R$ 201,27 a R$ 402,54.

3. Não informar afastamento temporário: independente do motivo, a empresa tem a obrigação de informar os afastamentos ocorridos com seus funcionários e, a falta de comunicação poderá custar à empresa de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63 em multa.

4. Não informar o atestado de saúde ocupacional (ASO): conforme determinado pela Norma Regulamentadora nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego, o funcionário deve realizar exames médicos em várias situações. Caso contrário, a empresa terá de arcar com uma multa que varia entre R$ 402,53 e R$ 4.025,33.

5. Não informar acidente de trabalho: a empresa é obrigada a informar ao governo qualquer situação de acidente de trabalho com seus funcionários em até um dia útil subsequente à ocorrência – exceto em caso de óbito, quando o envio da informação se torna imediato. Não cumprindo a empresa o prazo previsto, a multa poderá variar entre o limite mínimo e máximo do salário de contribuição, podendo dobrar em caso de reincidência.

6. Não informar sobre riscos: funcionários expostos a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, devem ser claramente informados sobre tais riscos uma vez que, em alguns casos, podem ter direito à aposentadoria especial. As empresas que descumprirem essa determinação poderão receber multas que variam entre R$ 1.812,87 e R$ 181.284,63, determinadas com base na gravidade de cada situação.

Atenção: uma vez identificada uma infração, as autuações podem retroagir em até cinco anos, caso sejam identificadas falhas no registro e/ou envio de informações.

(Fonte: administradores.com.br)

Aposentadoria especial no Brasil

Leonardo Girundi

Existem quatro modalidades de aposentadoria. A mais comum é a por idade, quando o contribuinte tem mais de 65 anos, no caso dos homens, e mais 60 anos, no caso das mulheres, e pelo menos 15 anos de contribuição. A segunda, é a por tempo de contribuição, quando o segurado paga a Previdência por 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) – para essa modalidade, deve ser levado em consideração o Fator Previdenciário. A terceira é a aposentadoria por invalidez, quando o contribuinte não possui mais condições de trabalhar – nesse caso, se por ventura a pessoa voltar a ter condições de trabalho ou se voltar a trabalhar, terá o benefício cassado. E, por último, a aposentadoria especial, que é o benefício concedido ao segurado que tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física.

Para a concessão dessa modalidade, o trabalhador deverá comprovar o tempo de trabalho e a efetiva exposição aos agentes nocivos a saúde, que podem ser químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais. Nesse caso é verificado o grau de exposição – podendo ser grande, médio ou pequeno –, o que corresponderá ao período necessário para a concessão do benefício, que pode ser de 15, 20 ou 25 anos.

A exposição aos agentes nocivos deverá ser noticiada pela empresa em formulário denominado Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), com base em Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.

Caso o contribuinte tenha exercido sucessivamente duas ou mais atividades em condições prejudiciais à saúde ou integridade física, sem completar em qualquer delas o prazo mínimo para aposentadoria especial, poderá somar os referidos períodos seguindo uma tabela de conversão. De semelhante modo, se o segurado não trabalhou pelo período necessário para se aposentar, esse seu período será considerado com os multiplicadores que variam, para homens, de 2,33 a 1,40 e, para mulheres, de 2,00 a 1,20. Ou seja, se um homem trabalhou em nível de grande exposição por dez anos, na realidade é como se ele tivesse contribuído por aproximadamente 23 anos e quatro meses.

Agora, insalubridade e periculosidade são termos utilizados para as atividades insalubres e para as perigosas, sendo muito comum sua utilização no direito trabalhista e que implicam em valores adicionais no pagamento do salário mensal.

Assim determinam os  artigos 189 e 193 da CLT, que definem essas atividades: “Consideram-se atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição a seus efeitos; consideram-se atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado”. O adicional de insalubridade será de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo, enquanto o adicional de periculosidade será de 30% sobre o salário contratado ou da categoria.

WWW.LGIRUNDI.COM.BR – FALESUPER@SUPERNOTICIA.COM.BR
https://goo.gl/XUmMP8

Pilares da Segurança do Trabalho

Para uma boa prática de segurança do trabalho, deve-se observar seus pilares e segui-los, afim de garantia a saúde e integridade física de todos os envolvidos.

Um primeiro pilar que pode-se citar é a “ADMINISTRAÇÃO”, onde deve ser implementado ações administrativas como regras ou normas internas e procedimentos para execução das atividades.

Um segundo pilar seria a “ANÁLISE DE RISCO”, que consiste em adotar a prática do “parar para pensar” afim de realizar as atividades, não executar as atividades no automático sem perceber todos os riscos que envolvem a atividade.

Um terceiro pilar seria a “CULTURA DE COMPORTAMENTO SEGURO”, que consiste em mudar a cultura existente de “cultura de risco” para uma “cultura prevencionista”. Já diz o velho ditado popular: É melhor prevenir do que remediar.

O quarto pilar seria a “DISCIPLINA”, onde seria criar o senso da autodisciplina nos colaboradores, mostrando para todos que trabalhar de maneira segura é a melhor forma de evitar acidentes, onde não obtendo êxito nessa nova cultura o ato de aplicar penas disciplinares pode ser utilizado.

Outro pilar seria a “FISCALIZAÇÃO”, ou seja, realizar inspeções periódicas a fim de verificar se existe insegurança no ambiente de trabalho e se todos estão comprometidos com a nova cultura de segurança.

Nunca esquecendo que basta um segundo de distração para um acidente ocorrer.

Fonte: http://www.radiocapinzal.am.br/noticias/pilares-da–seguranca–do-trabalho/6105
Publicado por: Douglas Varela
Data: 04/11/2017 09:06

Trabalho seguro produtividade em alta

Nos dias atuais as empresas buscam constantemente o aumento de sua produtividade, esse artigo nos apresenta como os cuidados com segurança do trabalho podem interferir na produtividade da empresa.

Como se sabe, os cuidados com a saúde e segurança do trabalhador são exigidos por lei, através da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e pelas NRs (Normas Regulamentadoras), mas além do aspecto legal a segurança deve ser prioridade do empregador, pois pode aumentar a produtividade da empresa.

Primeiro vamos à definição de segurança do trabalho: “Segurança do trabalho é o conjunto de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e capacidade de trabalho do trabalhador”.
Já produtividade entedemos que é o resultado da capacidade de produzir, de gerar um produto, é o fruto do trabalho associados à tecnica e ao capital empregado.
Vários fatores interferem na produtividade e a segurança do trabalho é um deles.
O psicólogo americano Abraham Harold Maslow (01 de abril de 1908 a 08 de junho de 1970), através do seu estudo, nos apresenta a Teoria de necessidades de Maslow, onde aprendemos que o indivíduo para atingir sua autorrealização deve escalar uma hierarquia de necessidade, temos assim a pirâmide de Maslow.

Etapas da Hierarquia das Necessidades de Maslow

• Necessidades fisiológicas: sendo a base da pirâmide, refere-se às necessidades básicas do ser humano como: fome, a sede, a respiração, a excreção, o abrigo e o sexo, por exemplo.
• Necessidades de segurança: é o segundo nível da hierarquia, aqui se encaixa os elementos que fazem com que o indivíduo sinta-se seguro, enquadrando-se desde a segurança em casa até meios mais complexos, como a segurança no trabalho, segurança com a saúde e etc.
• Necessidades sociais (amor/relacionamento): é o terceiro nível da Pirâmide, se encaixando nesse nível as necessidades de se sentir parte de um grupo social, como ter amigos, constituir família, receber carinho de parceiros sexuais e etc.
• Necessidades de Status ou Estima: é a quarta etapa da Pirâmide de Maslow, é a necessidade que uma pessoa tem de se orgulhar de si própria e dos outros, ser respeitada por si e pelos demais.
• Necessidades de autorrealização: sendo o topo da pirâmide, é atingido, quando todas as outras necessidades são supridas e o indivíduo consegue aproveitar todo seu potencial, tendo auto controle de suas ações, independência, e satisfazer-se com aquilo que se propõe a fazer.

Sobre a pirâmide devemos considerar que:

• Para alcançarmos um novo patamar na pirâmide o anterior deve ser satisfeito, pelo menos parcialmente;
• Os 4 primeiros níveis de necessidades, podem ser satisfeitos por aspectos externos ao ser humano, não dependendo apenas da sua vontade;
• As necessidades primárias ou básicas (fisiológicas e de segurança) se satisfazem mais rapidamente que as necessidades secundárias ou superiores;
• O indivíduo será sempre motivado pelas necessidades que se apresentarem mais importantes para ele.
Nesse artigo focaremos no 2º nível da pirâmide, a Necessidade de Segurança.
Tendo o indivíduo a primeira necessidade preenchida, espera-se que com o trabalho ele possa arcar com suas necessidades básicas, partimos então para saciar a necessidade de segurança.
A necessidade de segurança abrange a segurança de sua casa e família, sua segurança (estabilidade) no emprego e a segurança do corpo.
Como pode o empregado sentir-se seguro para exercer sua atividade se o seu local de trabalho não lhe dá condições seguras para isso?
Assim, o indivíduo tem sua motivação no trabalho diminuida. Um trabalhador desmotivado não produz tanto e com qualidade como um trabalhor motivado. De maneira simplista motivação pode ser entendida como motivo para ação, ou seja, o motivo que leva o indivíduo a agir.
Estudos motivacionais mostram que motivação não se relaciona diretamento ao salário do funcionário e sim a qualidade do seu ambiente do trabalho.
Exemplificamos uma fábrica, onde os funcionários têm seus Equipamentos de proteção Individual em estado precário, um ambiente mal iluminado e não ventilado, com instalações elétricas improvisadas, a motivação do funcionário em exercer sua função barra no medo do mesmo de acidentar-se e ficar temporariamente impossibilitado de exercer seu ofício.
Um dos pontos que prejudicam a produtividade, é a questão do acidente, primeiro temos o trabalhador que deverá se afastar da sua função temporariamente, o que gera uma queda de produção, devemos considerar que o acidente também afeta os outros colaboradores que podem ficar dispersos depois do ocorrido, gerando uma queda, mesmo que temporária na produção. Com o afastamento do funcionário acidentado, temos que realocar um novo empregado para função e considerar que temos o tempo de treinamento e o tempo de adaptação desse empregado na tarefa, que pode provocar atrasos na produção. Cada troca de funcionário é uma queda que temos que enfrentar em nossa produtividade.
Um ambiente de trabalho seguro leva ao trabalhador confiança em suas atividades o que melhora sua produtividade.
Assim podemos concluir que investir em segurança do trabalho, além de ser obrigatório por lei, gera para o trabalhador um ambiente seguro para executar suas tarefas, elevando assim sua motivação e consequentemente sua produtividade gerando para empresa um aumento de produção com qualidade.

Fonte: https://www.administradores.com.br/artigos/negocios/trabalho-seguro-produtividade-em-alta/107564/

Outubro Rosa – Unidade Americana

Na última sexta-feira 27/10, a unidade de Americana/SP do Grupo MedNet, ficou rosa!

Uma ação dedicada à campanha do Outubro Rosa fez com que os funcionários se unissem e viessem trajados com uma peça de roupa/acessório na cor rosa, em apoio à Campanha do mês de Outubro, em prol ao combate ao Câncer de Mama.

Confira algumas fotos tiradas com os colaboradores da unidade:

VÍDEO COMERCIAL – GRUPO MEDNET

 

Palestra sobre Câncer de Mama – Mednet Piracicaba

Em comemoração ao Outubro Rosa, a unidade MedNet de Piracicaba esteve presente no seu cliente: Transportadora Veronese.

Foi um momento descontraído de bate papo, onde falaram sobre o câncer de mama com o objetivo de compartilhar informações, promover a conscientização sobre a doença, a importância do auto exame e da mamografia, e consequentemente um aprendizado mais completo sobre o assunto em si.

Ou seja, aprenderam a importância da identificação precoce com causa do sucesso no tratamento.

Confira algumas fotos de como foi o evento:

Saiba como aumentar a produtividade no ambiente de trabalho

Organização, distração, vegetação e elementos naturais são algumas das características que influenciam na produtividade de profissionais Saber filtrar bons hábitos no ambiente de trabalho, ou seja, atividades que rendam e compensem o tempo trabalhado é mais do que essencial e influência diretamente na produtividade. Segundo a arquiteta especialista em ambiente de trabalho, Priscilla Bencke, nem sempre conseguimos observar essas necessidades de uma forma objetiva, o que resulta em profissionais menos produtivos e mais ocupados. “Muitas vezes durante a dinâmica profissional dividimos nosso tempo com funções que outra pessoa poderia desenvolver da mesma forma ou até melhor, resultando em extensivas horas que não rendem”, afirma a especialista. De acordo com arquiteta é importante saber avaliar prioridades como, por exemplo: “O que eu poderia aprender que contribuiria para o meu desempenho profissional? Será que sou a pessoa mais adequada para minha tarefa?” É fundamental fazer essa analise para criar a capacidade de aprender novas habilidades. Porém, é difícil tornar-se apto a coisas novas quando não é adequado às necessidades existentes.

Como forma de contribuir para organização de locais que sejam menos estressantes aos colaboradores, a especialista separou algumas dicas essenciais para aumentar a produtividade no ambiente corporativo:

1 – Organize-se: intercale o tempo durante as atividades; 2 – Evite distrações: principalmente de aparelhos celulares e redes sociais; 3 – Barulhos: não permita ser interrompido por um ruído desagradável. “Nesses casos, uma dica é ouvir uma música, de maneira que quebre esse incômodo prejudicial ao foco”, orienta Priscilla; 4 – Insira elementos naturais: pesquisas indicam que a presença de vegetação no ambiente aumenta 15% da produtividade. “Insira flores e plantas em seu espaço de trabalho. Além de ser agradável visualmente, auxilia no bem estar mental”, aconselha a especialista. 5 – Invista em espaços de descompressão: uma sala ou um corredor de convivência para relaxamento é fundamental para manter o equilíbrio mental.

Muitas empresas atualmente investem em recursos estratégicos voltados à qualidade de vida dos profissionais, o que impacta diretamente na organização interna e no reflexo de iniciativas no espaço físico. As empresas corporativas devem se basear em três estratégicas ambientais para um desenvolvimento maior no futuro dos locais e na produtividade dos funcionários: Bem estar humano: atrás de todo profissional há um ser humano que precisa ser cuidado. Pesquisas indicam que quando as pessoas se sentem bem, elas passam a produzir melhor. Dessa forma, é necessário fazer uma aplicação inteligente de elementos ambientais que influenciam diretamente na sensação de aconchego e bem estar como, por exemplo, inclusão de vegetação e elementos naturais; valorização da iluminação natural do ambiente e projeto adequado para a iluminação artificial; Flexibilidade Um ambiente de trabalho flexível é aquele que consegue atender as necessidades da empresa, ou seja, ter espaços flexíveis (multiuso) e mobiliários flexíveis, com múltiplos usos para adaptar-se a qualquer necessidade; Ambiente saudável Cada vez mais as pessoas estão buscando qualidade de vida, por isso, se preocupam mais com a saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o modelo de um ambiente de trabalho saudável é alcançado por elementos como: bem estar, saúde e segurança no trabalho que envolve diretamente a inclusão de mesas com regulagem de altura, ajuste dos equipamentos conforme ergonomia, distâncias adequadas entre as estações de trabalho e ergonomia das estações de trabalho.

 

(Fonte: noticias.r7.com)

O nosso muito obrigado para a MedNet São Caetano!

Na última sexa-feira (13/10), a equipe da Unidade Mednet de São Caetano do Sul,  fez um treinamento de reciclagem dos seguintes processos: Comercial, Financeiro, Marketing, Segurança do Trabalho, Atendimento e SAC. Além de sanarem dúvidas sobre as últimas alterações do sistema próprio do Grupo Mednet – GIMOST.

Os funcionários e diretores da unidade, fizeram uma pausa para uma foto super criativa, onde se encontra o outdoor do Grupo Mednet na Rodovia dos Bandeirantes.

A Mednet Franchising agradece a toda equipe e os parabeniza pela dedicação. Contem conosco!