269 trabalhadores são afastados por dia devido a problemas de saúde

A ergonomia faz parte da Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho, NR-17 e trata de um conjunto de técnicas que proporcionam bem-estar ao colaborador durante sua atividade laboral e não é exagero dizer que a ergonomia pode salvar vidas. Afinal é ela que determina a postura correta para a realização de cada atividade, defende os momentos de pausa e reforça a importância da quantidade máxima de horas ideal para o trabalho.

Estudo da Universidade do Sul da Dinamarca comprovou que ficar mais de 4 horas sentado aumenta o risco de adquirir doenças, como estresse e problemas cardiovasculares. A má postura também é uma das principais causas de um dos males do Século 21: a dor nas costas.

De acordo com a Dra. Marianne Sobral, médica do trabalho da Aclimed, clínica especializadaem Medicina Ocupacional e Segurança do Trabalho, é importante o cuidado da empresa em relação à saúde dos colaboradores e a ergonomia é uma dessas formas. “Hoje, 8 em cada 10 pessoas convivem com dor nas costas. Um levantamento feito pela Previdência Social apontou que só no primeiro trimestre de 2016 foram mais de 24 mil afastamentos, em média, 269 trabalhadores afastados por dia”, destaca a Dra. Marianne.

A correta implantação das ações de ergonomia, seguindo à risca as normas da NR 17, reduz a quantidade de acidentes de trabalho, evita gastos com afastamentos seja por LER (Lesão por Esforço Repetitivo) ou outras doenças, além de diminuir os custos com a assistência médica. “Fazer a análise adequada da empresa, identificando as melhorias ou adaptações que devem ser feitas é um dos primeiros passos para manter o quadro de saúde dos empregados em dia, contribuindo para eles se sentirem menos cansados e se tornarem mais engajados e motivados, além de a conquistarem suas metas profissionais e pessoais”, finaliza a Dra. Marianne.

(Fonte: jb.com.br)

HORÁRIO ESPECIAL DE CARNAVAL GRUPO MEDNET

Trabalho em altura exige sérios cuidados

O não cumprimento das exigências Norma Regulamentadora NR35 pode trazer sérios riscos à saúde e vida do trabalhador!

Para trabalhar em altura é preciso atenção redobrada na execução da tarefa. Em atividades realizadas em locais elevados, com altura superior a dois metros do piso, o risco de queda pode ter consequências graves e até fatais.

De acordo com Claudio Pereira, especialista e Segurança do Trabalho, as ocorrências de acidente de trabalho em altura são provenientes do não atendimento às normas de saúde e segurança do trabalho, em especial a NR 35. “É necessário estar atento aos detalhes exigidos pela normativa. Só assim a empresa garante a qualidade de vida do trabalhador”, explica.

De acordo com a Norma Regulamentadora, existem responsabilidade por parte do empregador e dos empregados, caso ocorrer falha no atendimento a norma, o risco de um acidente se torna eminente, portanto cabe ao empregador estar atento ao cumprimento da norma, entendendo que os mesmos estão sujeitos a multas, e outras penalidades previstas em normas específicas.

Outra penalidade que pode ser aplicada é quando o agente de inspeção do trabalho constatar situação de risco grave e iminente à saúde ou integridade física do trabalhador. Neste caso, ele poderá propor à autoridade competente a imediata interdição do estabelecimento, setor ou equipamento ou, ainda, embargo parcial ou total da obra.

(Fonte: segs.com.br)

Justiça condena homem que adulterou atestado médico para faltar ao trabalho

A Justiça de São Paulo condenou em segunda instância um homem por ter adulterado um atestado médico e faltar ao trabalho. Segundo o processo, o trabalhador teria recebido um atestado médico de um dia de afastamento e alterado o texto para dois dias, para justificar a falta ao serviço.

O homem já havia sido condenado, em primeira instância, pela 2ª Vara de Mirassol (452 km a noroeste de São Paulo). A decisão foi mantida pela 10ª Câmara Criminal Extraordinária do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A pena de dois anos de reclusão em regime aberto foi substituída por prestação de serviços à comunidade durante dois anos, além do pagamento de multa.

“O acusado seria o único interessado e beneficiado com a contrafação [fraude] e, por outro lado, a médica foi taxativa ao afirmar que jamais forneceria um documento rasurado”, escreveu a desembargadora Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida, em sua decisão. A decisão foi unânime.


http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/02/01/justica-condena-homem-que-adulterou-atestado-medico-para-faltar-ao-trabalho.htm

NOVA UNIDADE MEDNET – RIBEIRÃO PRETO

TREINAMENTO NOVAS FRANQUIAS – GRUPO MEDNET

Do dia 09/01 ao dia 27/01/2017, a Mednet Franchising realizou treinamentos para as futuras unidades MedNet. Estavam presentes os Diretores e equipe das Unidades de Ribeirão Preto/SP , Florianópolis/SC, Patos de Minas/MG e Lucas do Rio Verde/MT.

No treinamento foram abordados assuntos tais como: o negócio, conceito em vendas, marketing, atendimento, entre outros. Os presentes tiveram também a explicação detalhada dos procedimentos e processos da MedNet.

Em breve, as 4 cidades terão a inauguração das unidades para atender as demandas de todo o Brasil.

Desejamos muito sucesso aos novos diretores e equipe e que sejam muito bem vindos ao GRUPO MEDNET.

 

NR 12: instrução normativa trata sobre máquinas e equipamentos

Publicada ontem (12) na Seção 1 do Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº 129 estabelece procedimento especial para a ação fiscal das condições de Segurança do Trabalho em máquinas e equipamentos em utilização nas empresas. Objetivando garantir o cumprimento das exigências previstas na NR 12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos), o procedimento será obrigatoriamente iniciado pelo auditor fiscal do Trabalho por meio de Termo de Notificação, que fixará prazos de até 12 meses para correção das irregularidades constatadas no local. Poderão ser definidos prazos diferentes para as diversas exigências e, mediante justificativa que evidencie a inviabilidade técnica e/ou financeira para implementação das adequações em tempo, o empregador poderá apresentar plano de trabalho com cronograma escalonado para adequação.

As empresas não poderão ser autuadas pelos itens notificados até o término do prazo concedido no Termo de Notificação ou no Termo de Compromisso. Assinada pela secretária de Inspeção do Trabalho do MTE, Maria Teresa Pacheco Jensen, esta Instrução Normativa é válida por 36 meses.

(Fonte: protecao.com.br)