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Monitoramento dos cursos de Medicina está mais rigoroso

Para garantir a qualidade, estudantes serão avaliados a cada dois anos e instituições receberão visitas in loco de técnicos do MEC

4-ENFERMAGEM

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou nesta quarta-feira (26) mudanças na avaliação dos cursos e de estudantes de Medicina. A partir de março de 2016, todos os cursos da área serão avaliados in loco e os estudantes desses cursos serão avaliados nos segundo, quarto e sexto anos da graduação, para garantir a qualidade da formação médica.

A secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marta Abramo, explicou que mesmo os cursos que tenham histórico de boas notas não serão dispensados da avaliação. As visitas in loco, que serão feitas por técnicos do MEC, serão necessárias para permitir a renovação do credenciamento do curso.

 “Quando se faz uma mudança significativa, é fundamental garantir a qualidade”, disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. Para ele, com avaliações mais frequentes, possíveis falhas prejudiciais à formação dos alunos poderão ser detectadas com maior facilidade. Atualmente, os cursos de Medicina são avaliados a cada três anos. “Se estiver havendo algum problema na formação do aluno, a faculdade será alertada já no período de formação”, disse.

De acordo com o ministro, além dos alunos, os cursos também serão alvo de uma avaliação mais rigorosa. A partir de março de 2016, todos passarão a receber visitas in loco de técnicos do MEC, para a renovação do credenciamento do curso.

A nova diretriz é uma decisão do Ministério da Educação para se certificar da qualidade dos cursos, a adequação às novas diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina e avaliar o cenário de prática na rede de saúde. “É decisão estratégica não dispensar nenhum curso de vista. Não dá para deixar uma brecha. Se deixar uma brecha, o curso pode ficar muito ruim”, afirmou Janine.

O ministro destacou que, entre os critérios para a aprovação de criação de um curso de Medicina, a instituição mantenedora deve garantir que, para cada uma vaga na graduação, o curso deve ter duas de residência. “Se temos uma faculdade com 50 vagas, e a residência é de dois anos, precisaremos ter, na verdade, 100 vagas de residência – metade para o primeiro ano e metade para o segundo ano”, disse o ministro. Segundo o ministro, os projetos para abertura dos cursos são observados sobre o critério de sustentabilidade financeira, experiência da instituição e projeto pedagógico.

Janine lembrou que a criação dos cursos é um braço estruturante do Mais Médicos para a fixação dos profissionais também no interior do País. Ele deu exemplo do curso da Universidade Federal do Rio Grande do Norte que abriu curso no município de Caicó, 68,7% dos estudantes são da região.  Foram criados 50 novos cursos de Medicina em 45 municípios, resultando em 5,3 mil novas vagas. Além disso, também foram criadas 4,7 mil vagas de residência médica. A meta é que, até 2017, sejam criadas 11,5 mil novas vagas de graduação em Medicina e 12,4 mil vagas de residência médica para formação de especialistas com foco em áreas prioritárias para o SUS.

Críticas

O ministro rebateu críticas feitas na terça-feira (25) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre as exigências para a criação de cursos. De acordo com o CRM, 25 escolas não atendem ao critério de cinco leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) para cada aluno de Medicina matriculado. Janine ressaltou que a exigência é ter, na região de saúde (que pode reunir mais de um município), pelo menos cinco leitos do SUS por aluno e três estudantes por equipe de atenção básica, além de serviços de urgência e emergência ou pronto-socorro, o que significa que, dentro de uma distância razoável, onde se possa fazer o deslocamento com rapidez, pode ser utilizada a estrutura de saúde existente na região.

(Fonte: www.brasil.gov.br)

Novos leiautes do eSocial serão disponibilizados nos próximos dias

Até sexta-feira, 28, será disponibilizado o EFD-Reinf. Na próxima, será publicado o módulo online da Consulta da Qualificação Cadastral 

O Grupo de Trabalho Confederativo do eSocial (GTC) se reuniu mais uma vez, nesta terça-feira (25/8), no plenário do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). O grupo – formado por representantes do Ministério do Trabalho, da Previdência Social, da Caixa Econômica Federal, do CFC, do Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Fenacon, de cooperativas, do SEBRAE e de empresas de softwares –, promove encontros mensalmente para discutir a melhor forma de implantação do projeto eSocial, um dos módulos do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped).

Segundo o representante do CFC no Grupo, Cassius Regis Coelho, o eSocial tem o objetivo de concentrar num único sistema todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias. O GTC busca equacionar possíveis divergências entre as necessidades do projeto e as das empresas antes que essas sejam obrigadas a usá-lo. “Com o GTC, estamos conseguindo que a informação exigida seja mais simplificada, para que, de fato, facilite a utilização por parte dos profissionais da contabilidade e traga transparência nas informações para o cidadão”, explica. Coelho admite, no entanto, que no primeiro momento haverá um aumento na demanda de trabalho na contabilidade das empresas para que os fluxos de informação dentro do processo trabalhista sejam adequados às novas regras.

Durante a reunião, foram anunciadas a disponibilização de dois novos leiautes do eSocial, o EFD-Reinf, que controla todas as informações sobre retenções de impostos e o módulo online da Consulta da Qualificação Cadastral. O primeiro será disponibilizado ainda esta semana e o segundo, na próxima. O módulo online da Consulta da Qualificação Cadastral permitirá que os empregadores chequem se os dados do empregado estão corretos nos bancos de dados do governo. “Com o CPF do empregado, será possível saber se ele tem pendências junto ao Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e isto é importante porque se os dados não estiverem completamente corretos, o sistema não aceita o registro do funcionário”, detalha José Alberto Maia. Caso haja alguma inconformidade o próprio sistema apontará quais são e informará qual órgão o trabalhador deve procurar para corrigir a falha.

O coordenador do Grupo de Trabalho do eSocial do Ministério do Trabalho  e do GTC, José Alberto Maia, ressalta que o comitê já tem grandes conquistas, embora ainda haja muito a ser feito. “Todos que estamos aqui somos defensores do diálogo e foi este diálogo que permitiu que conseguíssemos, por exemplo, alterar o cronograma de implantação do projeto, e é este mesmo espírito que nos levará a implantar o projeto”, lembrou.

Os participantes cobraram um retorno mais ágil por parte do Comitê Gestor do eSocial para as alterações que estão sendo propostas. O representante do Ministério da Previdência Social, Clóvis Belbute Peres, assumiu a dificuldade momentânea do Comitê Gestor do eSocial em responder às demandas no tempo adequado. Os auditores fiscais do Trabalho e servidores da Previdência Social estão em greve, o que tem dificultado as respostas. Além disto, um módulo do eSocial, o que rege as relações com os empregados domésticos, deve ser colocado em funcionamento já em outubro deste ano, o que está sobrecarregando a equipe do Serpro, responsável pelo desenvolvimento do projeto. Para os demais empregadores, o eSocial entra em vigor a partir de novembro de 2016, começando com as empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014. As empresas que tiveram faturamento de até R$ 78 milhões em 2014 devem começar a usar o eSocial em janeiro de 2017.

O coordenador do GTC lembrou que o projeto tem três grandes objetivos que são assegurar mais direitos aos trabalhadores, beneficiar o empresário reduzindo custos e simplificando processos e garantir informação de qualidade ao governo.

A próxima reunião do Grupo de Trabalho Confederativo do eSocial ocorrerá no dia 28 de outubro. Na reunião de julho os participantes foram divididos em nove subgrupos que se dedicarão a cada um dos módulos do eSocial. São eles EFD-Reinf, Qualificação Cadastral, Módulos Web, Segurança e Saúde no Trabalho, Contribuição Sindical Patronal, Ambiente Tecnológico, Processos e Leiaute, Normativos e Comunicação. Estes grupos devem se reunir antes de outubro para levar as dúvidas e as sugestões ao próximo encontro.

(Fonte: www.portalcfc.org.br)

MANUAL DA NR 20 – GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO

A Nova NR 20 já é realidade e junto com toda nova norma vêm um monte de dúvidas e questões que serão elucidadas com o passar do tempo.

nr-20

Quem labora com a NR 20 muitas vezes tem dificuldade na elaboração do Prontuário de Instalação, e dentre os vários aspectos tratados no manual está a explicação dos itens do referido prontuário. E o manual nos mostra que o prontuário se apoia nos seguintes itens:

a) Projeto da Instalação;

b) Procedimentos Operacionais;

c) Plano de Inspeção e Manutenção;

d) Análise de Riscos;

e) Plano de prevenção e controle de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões e identificação das fontes de emissões fugitivas;

f) Certificados de capacitação dos trabalhadores;

g) Análise de Acidentes;

h) Plano de Resposta a Emergências.

Manual da NR 20 – Guia de Implementação

SOBRE O MATERIAL

O material que te será apresentado foi criado pela A Fecombustíveis, visando auxiliar os revendedores de todo o Brasil na implementação da NR 20 do Ministério do Trabalho e Emprego que é urgente e obrigatória!

O objetivo principal é que o guia sirva de referência para implementação da NR20 com o objetivo de fornecer um roteiro detalhado passo a passo do que fazer, como executar e principalmente, como documentar e manter ordenadas as evidências do cumprimento dos requisitos da norma. Evitando assim problemas com nas auditorias fiscais do M.T.E.

O material é muito útil e mostra de fato a preocupação da Fecombustíveis com a qualidade da informação tanto do ponto de vista legal como visual. Rico em ilustrações e modelos de documentos, certamente esse material merece estar no seu acervo sendo trabalhador da área de combustíveis ou não.

Você pode acessar o material na íntegra, ou ainda, baixá-lo para seu computador. CLIQUE AQUI 

(Fonte: www.segurancadotrabalhonwn.com)

Cientistas dizem estar próximos de ‘vacina universal’ contra gripe

Pesquisadores conseguiram atacar parte estável do vírus, o que pode eliminar necessidade de imunização anual

Vacina

Após testes promissores em animais, cientistas afirmam estar próximos de desenvolver uma vacina de longa duração que proteja contra qualquer tipo de gripe.

Duas equipes norte-americanas, que trabalham separadamente, tiveram sucesso ao atacar uma parte estável do vírus da gripe.

Isso poderia eliminar o principal problema das atuais vacinas contra a doença, que devem ser tomadas anualmente porque atacam partes mutantes do vírus.

A prova de conceito (estudo para comprovar uma teoria) da pesquisa foi publicada na revista científica Nature Medicine.

Agora, serão necessários novos estudos para confirmar se o método irá funcionar em humanos.

Enquanto isso, especialistas afirmam que as pessoas devem continuar recebendo suas doses anuais contra a gripe, uma vez que a vacinação ainda é a melhor maneira de se proteger contra uma infecção pela doença.

Dose universal

A injeção convencional da vacina mira moléculas que estão na superfície dos vírus – e que mudam constantemente.

Imagine que o vírus da gripe é uma bola com vários pirulitos, dotados de hastes, espetados do lado de fora.

Esses pirulitos mudam todos os anos, mas as hastes permanecem as mesmas. São elas o novo foco dos cientistas na busca por uma vacina universal.

Várias equipes diferentes de pesquisadores vêm testando potenciais candidatas, mas tem sido um desafio desenvolver algo que possa ser usado numa vacina sem que isso envolva a “cabeça” do pirulito da molécula hemaglutinina (proteína do vírus).

Segundo John Oxford, especialista em gripe da Universidade de Londres, esse trabalho recente parece particularmente promissor. Ele chama os resultados de um grande dia para ciência.

“É um salto adiante quando comparado com tudo o que foi realizado recentemente. Eles têm bons dados de testes em animais, não só em ratos, mas também em furões e em macacos. E conseguiram isso com o vírus da gripe aviária H5N1″, afirmou.

“É um ótimo trampolim. Enfim, a esperança é alcançar uma vacina que abrangerá todo o vírus pandêmico.”

Sarah Gilbert, professor de vacinologia da Universidade de Oxford, pondera: “É um avanço incrível, mas as novas vacinas agora precisam passar por testes clínicos para vermos o quão bem elas funcionam em humanos”.

“Esse será o próximo estágio da pesquisa, que deve levar vários anos. Então, ainda há um bom caminho antes de termos melhores vacinas contra a gripe”, acrescentou.

(Fonte: www.saude.ig.com.br)