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O leite materno é tido como um alimento padrão ouro e isso não é em vão. Ele é o único alimento rico o suficiente para nutrir o bebê por, no mínimo, 6 meses de vida. Ele tem tudo que é necessário para a saúde da criança, inclusive água. Seus nutrientes garantem uma boa nutrição para a criança durante os 2 primeiros anos de vida.

Por ter grande ação imunológica, protege a criança de infecções respiratórias, diarreia, alergias e outras doenças. A longo prazo, o leite materno está associado ao menor risco de desenvolvimento de doenças como colesterol alto, diabetes, hipertensão e obesidade.

Sabendo disso, percebemos a importância de campanhas que divulguam informações sobre o quanto o aleitamento materno é essencial no desenvolvimento da criança, uma vez que ele é capaz de reduzir em 13% o número de mortalidade infantil dentro dos 5 primeiros anos de vida da criança.

A composição do leite materno, para isso, passa por algumas transformações. Essas mudanças refletem a necessidade do bebê. Por exemplo, durante o início da mamada, o bebê recebe um leite com aspecto mais aguado. Esse leite é responsável por deixar o recém-nascido hidratado. Quando o leite é mais espesso, o bebê recebe de fato um alimento, pois este contém mais gordura e será fundamental para o seu crescimento saudável.

Essa composição se divide em três tipos e são de acordo com o tempo de amamentação:

Colostro

O colostro é o primeiro leite materno após o parto. Ele contém um aspecto mais espesso e amarelado. Ele é rico em proteínas, anticorpos, vitaminas, lactose e sais minerais.

É tão importante para o bebê que é considerado a primeira vacina do recém-nascido. Ele protege a criança de infecções, ajuda na digestão e na limpeza do sistema digestivo do bebê.

A lactante produz entre 3mL a 5mL por mamada, correspondente a capacidade gástrica do bebê em seus primeiros dias de vida. O colostro é produzido por 5 a 7 dias após o parto.

Leite de transição

Após o colostro, a gestante passa a produzir o leite de transição. Esse leite acontece entre as duas primeiras semanas após o nascimento do bebê.

A cor desse leite, diferente do amarelado  do colostro, passa a ser mais esbranquiçado e há um aumento significativo no volume.

A composição do leite de transição é mais rico em calorias, pois possui maior quantidade de gorduras, lactose e vitaminas.

O volume de produção do leite de transição, em alguns casos, é tanto que pode provocar ingurgitamento, onde as mamas da mãe ficam cheias e endurecidas, e mastite, uma infecção que pode acontecer quando as mamas não são esvaziadas com frequência.

Apesar de ser muito positivo essa produção abundante de leite, a mulher precisa tomar alguns cuidados para que ela não sofra com o ingurgitamento e a mastite.

Uma opção para as lactantes que produzem leite em grande quantidade é a doação para bancos de leite materno, que são tratados e repassados para bebês em situações que não podem receber o leite de suas próprias mães por motivos variados.

Leite maduro

Após duas semanas do parto, o leite materno é considerado como leite maduro. Diferente do leite de transição, a produção do leite é mais controlada. Acontece nesse momento uma regularização da produção em razão das necessidades do bebê.

Por esse motivo, algumas mulheres podem acreditar que seu leite diminui ou que esteja secando, mas não é isso que acontece. É natural que o leite maduro seja produzido em menor quantidade do que o leite de transição.

Da mesma forma nas outras fases, esse leite é rico em nutrientes essenciais para a saúde da criança.

 

(Fonte: minutosaudavel.com.br)