De acordo com pesquisa encomendada pelo LinkedIn, 78% dos profissionais que optaram por flexibilidade no trabalho na pandemia estão cada vez mais em busca de empresas que trabalham de forma híbrida, seria uma tendência cada vez maior? E qual o papel do RH diante todas as transformações? Leia mais a seguir!

 

Flexibilidade no trabalho pós-pandemia

Primeiro ponto: ainda estamos vivendo uma pandemia, porém, com flexibilidade, ao qual está sendo dito “pós-pandemia”, visto que o certo seria “pós-vacinação”.
Um levantamento encomendado pelo LinkedIn foi realizado pela Censuswide, e entrevistou 1.160 pessoas, entre homens e mulheres, de 21 de janeiro a 8 de fevereiro de 2022. O levantamento teve como principal objetivo analisar as mudanças no mercado de trabalho no pós-pandemia, sendo que o percentual foi de 78% de profissionais que acreditam que o período pandêmico e todas as restrições sanitárias fizeram com que fosse considerado empregos com mais flexibilidade. 30% dos entrevistados deixaram seus empregos por falta de políticas flexíveis das empresas.

 

O papel do RH diante 78% dos profissionais que optam por flexibilidade no trabalho pós-pandemia

O papel do RH diante os 78% dos profissionais que optam por flexibilidade no trabalho pós-pandemia é de extrema atenção e importância, afinal, o RH é peça-chave no desenvolvimento do capital humano dentro da empresa.
Com o objetivo de auxiliar todos os colaboradores em todos os processos no ambiente, o RH precisa acompanhar as mudanças do mercado e do comportamento do colaborador, inclusive seus anseios pessoais, a fim de implementar na cultura corporativa, através de pesquisa, planejamento e ações.

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A saúde do profissional é prioridade no trabalho e fora dele

A Lyra Health, empresa focada em saúde comportamental, realizou uma pesquisa ao qual apontou que 40% dos funcionários estão enfrentando esgotamento profissional nesse período de pandemia, porcentagem alta e que merece atenção dos profissionais de RH, pois questões emocionais interferem diretamente no dia a dia do colaborador. Suporte com equipe de psicólogos, ações que integre diretores, gestores e demais colaboradores para diálogos sobre o tema precisam ser considerados, pois demonstra diretamente o interesse da empresa na saúde e qualidade de vida de todos.

Motivos para escolher o trabalho flexível

Entre os motivos mais citados pela pesquisa encomendada pelo LinkedIn, estão equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, sendo 49% das respostas, maior produtividade em segundo lugar, com 43% e melhora na saúde mental, com 40%. Aproximadamente 23% dos que responderam a pesquisa afirmaram que este modelo de trabalho faria com que a permanência no ambiente de trabalho fosse considerada.
Importante! No fim de março desse ano, o Poder Executivo editou a Medida Provisória 1108/22, que tem por objetivo a regulamentação do teletrabalho com objetivo aumentar a segurança dessa modalidade de trabalho.

O futuro é o presente

O crescimento do home-office é uma realidade e o desejo em ter trabalhos mais flexíveis pelos profissionais, também. Implementado por grande parte das empresas durante a pandemia, foi comprovado o quanto os colaboradores mantiveram seus desempenhos excepcionais mesmo a distância, não ocasionando prejuízos aos negócios.
Um estudo feito pela Microsoft no início do ano apontou que 58% dos profissionais preferem mudar para o trabalho híbrido ou totalmente remoto ainda em 2022, reforçando assim a ascensão do home-office.
Sabemos que quaisquer mudanças trazem desafios para as empresas e RH, bem como para os demais colaboradores, porém, com organização diária e alinhamento de ideais entre empresa e funcionário, é possível se adequar e ir ao encontro dos novos anseios dos profissionais, bem como atrair e reter os melhores talentos do mercado para impulsionar o negócio.

 

Por MedNet